sábado, 30 de maio de 2009

A parte fácil.

Pois é, gente. Minha mãe havia pedido pra eu falar sobre filmes. Porém, tenho um assunto um pouquinho mais urgente no momento. Não se preocupe mãe, ainda vou falar sobre seus filmes.
Eu não sei se alguém aqui lê Veja (minha mãe lê), mas existe um colunista na mesma chamado Diogo Mainardi que escreve lá para o final da revista. Então, é dele mesmo que vou tratar.
Outro dia, estava eu na sala de aula, e leio um artigo passado pela minha professora de português. Eis aqui sua ordem: 'Leiam o artigo, e depois escrevam uma carta de mentira para o autor falando sobre sua opinião.' até aí tudo bem, tudo legal. Até que começo a ler a 'obra', que se tratava da linguagem usada pelos adolescentes na internet. A chamada do artigo era interessante, chamava mesmo a atenção de quem pertencia á essa realidade. Mas o conteúdo (se é que podemos dizer que tinha um) do que estava ali em minhas mãos, era um chingamento aos meio-adultos. Dizia ele, que nós, adolescentes, somos uma geração perdida, sem cultura. Uma geração analfabeta. Li aquilo tudo achando a maior graça. Quer dizer então, que pelo fato de eu saber abreviar as coisas eu sou analfabeta? Não creio. Acho até, que se essa linguagem não atrapalhar na escolaridade do indivíduo, é até muito útil. Acredito que muito mais inteligentes que ele, os que sabem abreviar. Mostram que conseguem se adaptar á praticidade e á rapidez da internet. Minha resposta ao 'artigo' do nosso amigo aí foi essa. Pena não ter tido a oportunidade de enviar.
O queridíssimo Diogo Mainardi sabe mesmo escrever um bom artigo de deboche. Sabe como chamar os políticos de feios (sim, eu também me pergunto o que isso tem a ver com política) e muito melhor, sabe apontar os erros de cada um. Aí Diogão, e sua opinião profissional sobre o assunto? Essa era a parte que faltava, acertei? Lá vai a minha, já que ele não sabe a dele: Muito fácil criticar, muito fácil debochar, mais fácil ainda é escrever isso ao público. Difícil mesmo é dar opiniões, saber sobre o que se está escrevendo (sim, em um artigo do mesmo ele errou o foco da reportagem!), e achar as qualidades de uma pessoa.
Com o dinheiro de colunista fixo da Veja, com certeza sería um pouco mais proveitosa em meus artigos. Enfim, de uma coisa não posso reclamar do nosso chegado aí. Ele trata de assuntos muito recentes. Isso torna o artigo moderno, recente e instigante. Um viva para o Diogão.
Mas quando eu conseguir achar algo proveitoso em algum artigo do grandão, pode deixar gente, eu aviso.
Bom, como já falei bastante sobre Diogo Mainardi, vou indo.
Gente, procurem ler algo dele. É ótimo sentir que temos alguma esperança como escritores famosos. (se ele é colunista da veja e escreve isso...).
Creio ter sido bem clara á respeito do indivíduo.
Boa noite para todos, aguardo opiniões.

Nikka.

Um comentário:

  1. Nós já havíamos conversado sobre ele uma vez, concordo em gênero número e grau !

    Sobre essa matéria da internet, não querendo ser chato ( afinal esse é o trabalho do então colunista da Veja, Diogo Mainardi ), mas, o assunto sobre abreviação na internet já é passado, todos sabem que na internet é usada uma linguagem fácil e objetiva, os próprios códigos JAVA, HTML, são geralmente abreviações, no sistema Linux é frequentemente usado as abreviações como "bg" (background), "man" (manual) e varias outras.

    Acho então que o sem cultura e desinformado é o próprio Diogo Mainardi, que nem ao menos procura ler sobre Infromática, Sistemas, Linguagens de Programação e comunicação.

    Se não for o caso ele que reclame com Linus Torvalds e Bill Gates pela criação de abreviações em seus sistemas e com toda a nova geração "computadorizada" de hoje.

    ResponderExcluir